O Brasil precisa de mais Contadores e de mais Auditores

Há alguns anos já havia sido dado esse alerta por Stephen Kanitz, ainda quando escrevia na Revista Veja, no artigo: “A Origem da Corrupção“, em 1999. Ele comparava o Brasil a outros países, demonstrando a vergonhosa ‘rabeira’ na qual nos encontrávamos… E ainda nos encontramos, infelizmente!

O Estadão de hoje nos apresenta a gravíssima manipulação feita, ao apagar das luzes de 2012, na contabilização de “ilícitos (i)legais” para modificar o montante das receitas e, assim, “cumprir” com as metas fiscais estabelecidas.

Será que o Governo Brasileiro, assim como já revelaram seus líderes na conduta do partido, não tem nenhum respeito às normas e à ética?

Os detalhes dessa manobra, que deveria ser rebatida à altura pelos organismos que devem zelar pelas contas públicas e normas contábeis brasileiras, estão detalhadas no artigo de Adriana Fernandes, de O Estado de S. Paulo, Governo faz manobra para levantar R$ 16 bi e cumprir meta fiscal de 2012.

O mais interessante é que esse fato – que mina definitivamente qualquer credibilidade ainda existente no Governo – ocorre num momento em que os profissionais da área contábil vêm buscando reforçar a necessidade da implantação das chamadas “Boas Práticas” para fortalecer as empresas e o próprio país.

Sob o título de “Tripé: contabilidade, auditoria e transparência”, são reveladas as fraquezas que temos na prestação de contas anuais, a maioria sem contar com auditoria, ou com distorção dos tributos por decorrência das formas distintas que o Brasil proporciona (cobra-se Imposto de renda sobre receitas, por exemplo). Essa aparente “facilidade” tributária vem causando um grave dano à gestão das empresas, que deixaram de adotar a contabilidade como instrumento essencial para isso.

Ficamos em dúvida em continuarmos a recomendar o uso das ‘boas práticas’, quando vemos que a contabilidade do País vem sendo apresentada com manipulação de dados e situações. Em vez de “Contabilidade Criativa” o Governo passou a adotar a “Contabilidade Manipulativa”, levando todos ao descrédito dos dados apresentados e, principalmente, das informações governamentais sobre (por exemplo):

  • Investimentos realizados
  • Montante dos serviços de dívida
  • Valores transferidos para a área social, ou para a educação, ou para a saúde…
  • Montante da arrecadação dos tributos, continuamente crescente, e sem qualquer retorno à sociedade condizente com o efetivamente retirado da economia (não tem sido levado em consideração o custo administrativo dos tributos, ao qual qualquer empresa – independentemente ao seu tamanho – incorre)

Como manter o otimismo, indicando a Contabilidade como “Uma profissão com futuro promissor”, se não identificarmos que há punibilidade aos maus profissionais e aos maus gestores, independente de seu nível ou cargo que exerça?

Com a palavra, além das autoridades da área Econômica do Governo Federal, os organismos de controle da sociedade civil, especialmente formado pelos Conselhos dos Contadores (CFC), dos Advogados (OAB), dos Economistas (COFECON), dos Administradores (CFA), por exemplo.

Gostaria de contar, também, com a manifestação de todos os demais cidadãos que entenderem ser importante mantermos uma ação forte contra esse tipo de ato que nos enfraquece e debilita nossas instituições. Participe!

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Ferramenta para auxiliar na Gestão das Empresas

Até bem pouco tempo a maioria dos empreendedores conseguiam realizar de forma eficaz sua gestão baseando-se quase que exclusivamente em seu conhecimento pessoal sobre o seu negócio e na avaliação empírica sobre as várias situações que eram apresentadas.

Era perfeitamente possível prever, com certa segurança, as novas tendências do mercado em que atuava e, havendo ameaças, podia fazer correções de rumo à tempo de recuperar-se das perdas ocasionais.

A tecnologia colocada à disposição de todos, bem como a redução de nossos limites, fez com que os efeitos de globalização provocassem efeitos tão danosos quanto aqueles causados por inesperados tsunamis…

É importante, por isso, que o empreendedor, e os gestores de um modo geral, acompanhem os resultados de suas decisões continuamente; de modo a garantir que haja permanente agregação de valor econômico ao patrimônio da empresa.

Neste sistema que foi desenvolvido pelo Instituto Indicare, e com quem a Siqueira & Associados formou uma aliança estratégica, possibilita a apuração de uma grande quantidade de indicadores, que possibilitam, de forma visual, proporcionar a avaliação das decisões tomadas e possibilitar a recomendação mais adequada para melhoria da gestão da empresa.

Sem dúvida uma boa oportunidade para exercitar e afinar a qualidade das decisões gerenciais, que levam a empresa ao continuado sucesso!

Melhoria de Gestao Empresarial from SIQUEIRA & ASSOCIADOS Auditores e Consultores

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Um estudo sobre "Controle"

Interessante os aspectos etimológicos trazidos pelo Prof. Lino, quando aborda a questão do ‘controle como fiscalização’.

Já tem muito tempo que a necessidade de dotar de bons controles internos toda e qualquer organização deixou de ser apenas uma questão metafórica… O controle interno das entidades (públicas ou privadas), é a base mais segura para que possamos avaliar a qualidade das informações geradas pelo sistema em análise.

Na Internet encontramos algumas explicações, tais como: “dentro da engenharia e da matemática – trata do comportamento de sistemas dinâmicos. A saída desejada de um sistema é chamada de referência. Quando uma ou mais variáveis de saída necessitam seguir uma certa referência ao longo do tempo, um controlador manipula as entradas do sistema para obter o efeito desejado nas saídas deste sistema.” Ou: “uma das funções que compõem o processo administrativo. A função controlar consiste em averiguar se as atividades (Projetos atividades) efetivas estão de acordo com as atividades e seus projetos originais, que foram planejadas.

Na condição de auditor contábil fico mais confortável com a explicação apresentada para o processo administrativo. É nesse que buscamos avaliar os riscos inerentes aos processos existentes nas organizações, bem como a forma de asseguramos que o ambiente de controle oferece uma razoável segurança para que as demonstrações contábeis da entidade (bem como as demais informações elaboradas a partir desses sistemas) sejam apresentadas sem  distorções relevantes.

No link a seguir o inteiro teor do post do Prof. Lino: O CONTROLE COMO FISCALIZAÇÃO: uma metáfora sem conteúdo!

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Sem joint ventures, balanços encolhem

Faz algum tempo que vem sendo debatida a questão da melhor forma de consolidação das empresas que representam uma extensão da Companhia ou que, em conjunto com outras empresas, detém o controle.

Essas informações consolidadas representam mais apropriadamente as implicações que os negócios desenvolvidos em outras sociedades impactam naquela que detém o controle societário majoritariamente ou em conjunto com outras sociedades.

Essa condição está para ser modificada.

A partir de 2013 essas demonstrações financeiras deixarão de apresentar os dados da controladora com suas controladas em conjunto.

Ainda que não haja nenhuma modificação no lucro líquido e no patrimônio líquido da Controladora, essa decisão causa uma distorção relevante na formação das demais contas patrimoniais e do resultado.

É esperado que essas informações passem a ser detalhadas em notas explicativas, revelando dados da situação financeira e econômica da joint-venture.

Trata-se de uma questão que deverá receber maior atenção, visto que poderá passar despercebido eventual endividamento dessas sociedades que passam a ser reconhecidas apenas pelo método de equivalência patrimonial.

A notícia com maiores detalhes poderá ser conhecida no Blog do Professor MSc Marcos Assi, que traz a íntegra da notícia divulgada pelos jornais.

Espera-se que haja boas justificativas para a decisão que, conforme entendimentos de outros especialistas “não têm efeito caixa”, mas cuja capacidade de estrago nas contas pode muito bem ter efeitos imediatos sobre as ações das empresas.

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Ainda há quem ache feia a palavra "Governança Corporativa"…

Cada vez mais as empresas brasileiras, independentemente ao seu porte, estão adotando as Boas Práticas de Gestão para seus negócios.

Dentre essas práticas encontramos a Governança Corporativa como uma política de grande importância para dar a necessária trasnparência aos atos da administração das empresas, bem como estabelecer regras seguras de sustentabilidade e desenvolvimento.

Os executivos da Governança Corporativa são responsáveis pela orientação e balizamento do Conselho de Administração em suas normas ao Conselho Diretor. As ações praticadas devem ser acompanhadas e medidas, especialmente em relação ao fiel seguimento das normas legais, por auditores independentes que devem elaborar, regularmente seus relatórios de conformidade e comentários específicos.

O crescimento dos negócios das empresas levará, por consequência à internacionalização dos mesmos. É cada vez mais tenue o espaço para o sucesso que há às empresas que ainda mantêm uma gestão alienada das boas práticas.

As regras de contabilidade estabelecidas pelo IFRS (Normas Contábeis Internacionais) uniformizou a apresentação das empresas. A importância de apresentar suas demonstrações certificadas por Auditor Independente, que firmará sua opinião sobre a adoção dessas normas na elaboração e apresentação das mesmas, garantirá aos investidores e todos os demais usuários das informações apresentadas a relevância do negócio apresentado.

Estabeleça já formas para iniciar a adoção dessas “Boas Práticas”, instituindo uma Governança Corporativa que proporcionará um avanço seguro ao sucesso e, principalmente, à continuidade de seu empreendimento.

Para conhecer um pouco mais sobre o assunto, veja matéria divulgada no link a seguir: Uma palavra feia que embeleza o balanço.

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